Marcelo Ribeiro gosta de caprichar nas preliminares
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Você já falhou na "hora H"?
Conhecido por ter atuado com Xuxa no filme Amor Estranho Amor aos 12 anos, Marcelo Ribeiro tornou-se ator pornô recentemente. Sem qualquer pudor, hoje aos 38 anos, ele assume já ter deixado a parceira na mão na "hora H". "Mas felizmente dá para contar nos dedos de uma só mão quantas vezes broxei", diz.
Sem medo, Marcelo aponta em que situações seu "amigo" falhou. "Brochei quando fui exposto a certas imposições durante o sexo, porque fiquei constrangido. Para mim, na cama não pode haver ordens de nenhum dos dois", esclarece.
Entretanto, o ator é do tipo que gosta de caprichar nas preliminares. "A mulher é como um fogão à lenha que tem de pegar fogo devagarinho", brinca. Uma de suas dicas para "incendiar" a mulher é passar a língua no corpo todo da parceira. "Começo no pescoço e vou descendo. Onde percebo que ela fica mais arrepiada, dou uma atenção ainda maior. Quando chego no oral, ela já está entregue", conta.
Para ele, a sedução aquece ainda mais o clima. Por isso, Marcelo acredita na força de atração do olhar. "Gosto de olho no olho e, para conquistar de vez, um sorriso".
Segundo o ator, não existem posições prediletas na cama. "A melhor posição é a que permite que os dois fiquem confortáveis para concentrar a energia no ato", diz. Contudo, Marcelo reconhece que quando a mulher fica de quatro o parceiro tem uma visão privilegiada. "Com ela de quatro fica mais fácil acariciá-la e ter um desempenho melhor", diz.
E como todo marmanjo, ele sonha em transar com duas mulheres. Ainda não realizou essa fantasia, mas na primeira oportunidade que tiver vai colocá-la em prática. "Acho bacana ver duas mulheres juntas, porque é possível sentir o cheiro e a temperatura delas enquanto o órgão sexual trabalha lá embaixo", afirma.
A participação no filme com Xuxa o marcou, pois foi seu primeiro contato com sexualidade."Na realidade, tive um preparo para entender que aquilo era apenas um trabalho; me condicionaram a isso. Mas, foi o meu primeiro contato com a sexualidade sim", conta. A virgindade, contudo, Marcelo perdeu aos 15 anos. "A primeira transa é como você ter uma Ferrari e não saber pilotar", finaliza.